quinta-feira, 14 de março de 2013

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:
O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).
Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.
O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

EDUCAÇÃO: SABER SUSTENTÁVEL DA INTERNET

Texto: Vilson Arruda Filho
UFRGS - REGESD
Disciplina: Práticas Pedagógicas no Ensino de Biologia

Análise Critico Reflexiva

"Ser Professor"

O ensino tradicional já era...Não há mais tempo para as decorebas da tabuada, as aulas de ditado. Atualmente, existem outros saberes. Ao longo de sua carreira os professores se apropriam de saberes que correspondem aos discursos, objetivos, conteúdos e métodos a partir dos quais a instituição escolar categoriza e apresenta como modelos da cultura. Hoje, temos o saber sustentável da internet. O tio Google. O sabido...

O professor que trabalha atualmente nas escolas públicas, com uso restrito de novas tecnologias, recursos pertencentes ao campo científico e cultural disponível para a humanidade, demandas de valores éticos e posturas solidárias, ao interagir com essa clientela que está conectada aos acontecimentos mundiais em tempo real, enfrenta um enorme desafio.
Segundo, Juremir é mais difícil ser professor hoje porque o professor precisa encantar, mobilizar, convencer e liderar os alunos na sala de aula.
O desafio do professor requer uma visão de futura, de inovação engajada a uma postura crítica que pressupõe capacitação constante, estudo continuado, curiosidade e atualizado, pois, ensinar e aprender, agir ao mesmo tempo como mestre e aprendiz não são tarefa nada fácil. Todo mundo sabe. As aulas tradicionais deram lugar as aulas lúdicas e com liberdade de cada aluno construir o seu conhecimento no tempo certo.
A ação educativa na atualidade o saber docente fica diretamente ligado a uma relação pedagógica centrada nas necessidades e interesses do corpo discente (alunos). Não se resolve mais nada na paulada. O professor atual tem que ter argumento para convencer o aluno.
A reprovação em massa não é mais tolerada.
A relação com a família na atualidade deve estar ligada ao tempo real e exige preparo e discernimento de todos os que se dedicam ao ato educativo.
Por essa ótica entendo que o saber do professor ultrapassa a formação acadêmica, vivencia a prática cotidiana e a experiência de vida. Entendo que nesse sentido que é um saber plural.
A escola ainda precisa se dedicar ainda mais em cuidar da formação do aluno em termos de valores, ética, cidadania, e as mantenedoras, no caso específico do Estado RS, não se preocupam muito com a qualificação diária do corpo docente.
O saber do professor é um saber experiencial, pois é prático e complexo e vivido na sala de aula e comunidades.
Portanto, procurar compreender a racionalidade do fazer pedagógico na sala de aula significa buscar desvelar as “certezas” que dão suporte às decisões do professor.
O professor todo dia está aprendendo com os alunos coisas novas e se não se modernizar fica um ermitão no âmbito escolar.
O texto traduz que no exercício da docência os professores adquirem e mobilizam diversos tipos de saberes docentes tais como: saberes da formação profissional, saberes curriculares, saberes disciplinares, saberes experiencial e o saber do aluno.
Quando o professor constrói o saber da experiência todos os outros saberes se expressam por um saber-ser e de um saber-fazer profissional também validado pelo trabalho cotidiano.

sábado, 12 de dezembro de 2009

OS SERES VIVOS Características dos seres vivos!

OS SERES VIVOS
Características dos seres vivos

Além da característica de que os seres vivos são formados de células, existem outros aspectos que devem ser considerados, uma vez que se verificam somente entre eles. Os seres vivos, por exemplo, necessitam de alimento, passam por um ciclo de vida e são capazes de se reproduzir.

Os seres vivos necessitam de alimento.

Uma pedra não precisa de nutrientes para se manter, ao contrário do que ocorre entre os seres vivos. É por meio dos alimentos que os seres vivos adquirem a matéria-prima para o crescimento, a renovação de células e a reprodução. São os alimentos também que fornecem a energia necessária para s realização de todas as atividades executadas pelo organismo.

As plantas produzem seu próprio alimento.

Existem seres que são capazes de produzir seus próprios alimentos. Por isso são chamados de seres autotróficos. É o caso das plantas.

Toda planta faz fotossíntese, um processo de produção de alimentos que ocorre na natureza em presença da energia solar. Para realizar a fotossíntese é necessário que a planta tenha clorofila, um pigmento verde que absorve a energia solar; a planta necessita também de água e de sais minerais, que normalmente as raízes retiram do solo, e ainda de gás carbônico
(CO2) do ar atmosférico, que penetra na planta através das folhas.

A glicose é um dos produtos da fotossíntese. Outro produto é o gás oxigênio, que a planta libera para o ambiente. Com a glicose a planta fabrica outras substâncias, como o amido e a sacarose. O amido é encontrado, por exemplo, na “massinha branca” da batata e do feijão. A sacarose é o açúcar que costumamos usar para adoçar, por exemplo, o café e os sucos; ela é encontrada naturalmente da cana-de-açúcar.

A planta, dessa forma, se alimenta dos nutrientes que ela própria fabrica, a partir de energia luminosa, da água e do gás carbônico, obtido do ambiente em que vive.

Os sais minerais são indispensáveis para a ocorrência de inúmeros fenômenos que acontecem nos seres vivos. Os sais de magnésio, por exemplo, são necessários para a produção das clorofilas, uma vez que participam da constituição desses pigmentos. E, sem clorofila, a planta fica incapacitada para a realização da fotossíntese.

Os animais não produzem seus alimentos

Os animais, ao contrário das plantas, não produzem os seus alimentos. Por isso são chamados de seres heterotróficos.

Alguns só comem plantas (folhas, sementes, etc); são chamados os animais herbívoros. Outros só comem carne; são os carnívoros. Outros ainda nutrem-se de plantas e de outros animais; são os onívoros.

Os seres vivos nascem... e morrem

Os seres vivos nascem, desenvolvem-se, reproduzem-se, envelhecem e morrem.

Essas diferentes fases da vida de um ser constituem o seu ciclo de vida. Esse ciclo tem duração variável, de um tipo de ser vivo para outro.Veja alguns exemplos que indicam a duração média aproximada de vida de alguns animais.

Arara: 60 anos

Crocodilo: 80 anos

Cabra: 17 anos

Elefante: 100 anos

Chimpanzé: 20 anos

Leão: 20 anos

Coelho: 7 anos

Porco: 10 anos

Coruja: 27 anos

Rato: 4 anos

O ciclo de vida pode durar minutos ou centenas de anos, conforme o ser vivo considerado. Algumas bactérias podem completar seu ciclo de vida em cerca de 30 minutos. Outros seres, como as sequóias e alguns tipos de pinheiro, podem viver
4 mil anos ou mais.

Os seres vivos produzem seus descendentes

Todos os seres vivos têm capacidade de produzir descendentes, através da reprodução. O mecanismo de reprodução nos seres vivos é muito variado. Basicamente, tanto os seres unicelulares quanto os pluricelulares podem produzir-se de duas maneiras: assexuada e sexuadamente.

Na reprodução assexuada um único indivíduo origina outros, sem que haja troca de material genético através de células especiais para a reprodução.

Existem muitos tipos de reprodução assexuada, entre eles a cissiparidade ou bipartição, que são mais freqüentes entre os organismos unicelulares. Este tipo de reprodução consiste a célula simplesmente se dividir em duas partes, que passarão a representar dois novos seres.

Entre os seres pluricelulares, existem também aqueles que se reproduzem de forma assexuada: reprodução por esporos e reprodução por brotamento.

Reprodução por esporos

Nesse tipo de reprodução assexuada, o indivíduo produz esporos, células que conseguem germinar originando novos indivíduos, sem que haja fecundação.

A reprodução através de esporos pode ocorrer em organismos unicelulares, e em organismos pluricelulares.

Considerando os organismos pluricelulares, tomaremos como exemplo uma alga verde filamentosa do gênero Ulothrix, que vive fixa a um substrato. Essas algas, que vivem em água doce, produzem esporos que são liberados e nadam livremente até se fixarem em um meio adequado; cada esporo, então, pode germinar e formar um novo indivíduo.

Reprodução por brotamento

Este tipo de reprodução assexuada também ocorre em organismos unicelulares e organismos pluricelulares. Tomamos como exemplo a hidra, um animal invertebrado que vive em água doce. Em uma hidra adulta nasce naturalmente um broto, que pode se destacar e dar origem a outra hidra.

A propagação vegetativa

É um tipo de reprodução assexuada muito comum em plantas diversas, como a batata comum, a cana-de-açúcar
e a mandioca. Nesse caso utilizam-se normalmente pedaços de caule, que atuam como “mudas”. Os caules possuem gemas ou brotos, formados por células capazes de originar uma nova planta, em condições adequadas.


Reprodução sexuada

A reprodução sexuada ocorre quando há troca de material genético normalmente entre duas células sexuais chamadas gametas. (Alguns organismos unicelulares, como as bactérias, podem se reproduzir sexuadamente sem que haja formação de gametas. Nesse caso dois indivíduos podem se emparelhar temporariamente e trocar parte de seu material genético).

Na reprodução sexuada com participação de gametas, podemos reconhecer dois tipos de células: um gameta masculino e outro gameta feminino. Nos animais, os gametas masculinos são os espermatozóides, e o óvulo gameta feminino.

Existem dois tipos básicos de fecundação: a fecundação externa e a fecundação interna.

Fecundação externa

A maioria dos ouriços-do-mar vive fixa nas rochas do mar. Em determinadas épocas do ano, os machos lançam seus espermatozóides na água. Ao mesmo tempo, as fêmeas lançam os seus óvulos. O encontro desses gametas ocorre na água e, portanto, fora dos organismos produtores de gametas.

Fecundação interna

Em outros animais, como os pássaros, o macho lança os espermatozóide dentro do corpo da fêmea. O encontro dos gametas ocorre no interior do corpo de um organismo produtor de gametas.

Existem os animais hermafroditas. Eles são, ao mesmo tempo, macho e fêmea. Um mesmo organismo produz tanto espermatozóides quanto óvulos, como acontece na minhoca.

Mas uma minhoca não fecunda ela mesma; aliás, os animais hermafroditas geralmente não se auto fecundam. Para haver reprodução, é necessário que duas minhocas se aproximem e se acasalem. Durante o acasalamento, as duas minhocas trocam espermatozóides e uma fecunda a outra. Os óvulos fecundados são liberados no solo no interior de um casulo; cada óvulo fecundado dará origem a uma nova minhoca.

http://www.portalbrasil.net/

SERES VIVOS HUMANOS HUMANIZANDO-SE NA UFRGS


Os seres vivos não nascem com o conhecimento, para isso eles precisam estudar e muito. Eles não nascem humanizados precisam humanizar-se pela educação.

Se o ser humano não vive para aprender a viver em equilíbrio consigo, com os outros seres e com a natureza em geral, para que vive?

Mas o que é isto de “APRENDER A VIVER EM EQUILÍBRIO”?

Para que isto aconteça, nós, equipa COE, consideramos que é fundamental educar para “Humanizar o ser humano”.

Depois de muita pesquisa e resultados da nossa experiência como pais, professores, psicólogos, formadores, consultores, …, concluímos que para “Humanizar o ser humano” é necessário uma profunda transformação do nosso sistema educativo ou da educação em geral.

Consideramos que isto terá de passar, nas relações pessoais e educativas no dia-dia, entre outras coisas, pela aplicação e pelo respeito de vários princípios que guiam e orientam a intervenção da COE:

  1. As qualidades mentais humanas só são potencializadas com uma educação adequada.
  2. As aprendizagem surgem na experiência, da interacção do ser humano com o objecto.
  3. A criança aprende os valores, fundamentalmente, pela observação e imitação e não só pela intelectualização.
  4. É urgente a criança passar menos tempo na escola dedicada à memorização de conhecimentos e factos e passar mais tempo a brincar, fazer desporto, dedicar-se às artes e à vida ao livre.
  5. A estimulação apenas da memória cria seres humanos desequilibrados. É preciso educar o ser humano na sua totalidade.
  6. Educação é educar para a humanização.
  7. Educar é conhecer, respeitar e saber como actuar, ajudando a criança no seu desenvolvimento maturacional psíquico.
  8. Educar não é apenas assimilar conhecimentos, é, fundamentalmente, desenvolver a inteligência, a sabedoria, aprender a pensar.
  9. Educar é aprender a comunicar.
  10. Uma escola é um lugar de tempo disponível, onde o educando e o educador estão ambos a aprender.
  11. Educar é respeitar o outro, é ajudar a viver com alegria, com motivação.
  12. Educar é ajudar a desenvolver e a viver com auto-estima.
  13. A avaliação só faz sentido existir quando ajuda o individuo a conhecer-se melhor, ajudando a crescer, a aprender e a libertar-se de medo. A avaliação comparativa destrói a auto-estima.
  14. Só há educação, crescimento e aprendizagem quando há autoridade (diferente de autoritarismo).
  15. Educação existe quando se estabelecem relações naturais - discípulo e autoridade.
  16. Educar é reconhecer e satisfazer as necessidades de ordem psicológica no indivíduo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

OS VEGETAIS E O HOMEM

Os Vegetais e o Homem

Os vegetais na alimentação
Os vegetais devem ser consumidos na nossa alimentação diária. Com eles podemos ter tudo o que o organismo precisa para se nutrir: proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais.
Fontes e proteínas
As leguminosas são uma das principais fontes de proteínas vegetais. O feijão, a soja. A ervilha e o grão-de-bico são muito ricos em proteínas. As proteínas são indispensáveis ao crescimento e à reparação dos órgãos. Por isso, elas são consideradas alimentos plásticos ou estruturais.
Fontes de carboidratos
Carboidratos são alimentos que fornecem energia para o funcionamento do organismo. Por isso, eles são chamados de alimentos energéticos. O amido, a sacarose, a glicose e a frutose são tipos de carboidratos.
Amido – é encontrado na batatinha, na mandioca, nos grãos de milho, trigo e arroz, entre outras fontes.
Sacarose – extraída da cana-de-açúcar, é o açúcar que usamos para adoçar sucos, café, etc.
Glicose – é um açúcar encontrado em frutos diversos.
Frutose – também é encontrada em frutos diversos.
Fontes de lipídios
Entre os lipídios, destacam-se os óleos e as gorduras, que são também alimentos energéticos. O coco, o dendê, o girassol, a soja e o milho são vegetais muito ricos em lipídios. Com eles fabricam-se os diferentes óleos usados na nossa alimentação.
Fontes de vitaminas
As vitaminas são substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do nosso corpo. As mais comuns são: a vitamina A, as vitaminas do complexo B e as vitaminas C, D, E e K.
Fontes de sais minerais
Os sais minerais também são importantes para o funcionamento do organismo. Eles fortalecem os ossos, colaboram no crescimento e na formação dos glóbulos vermelhos, entre outros benefícios. São exemplos de sais minerais os sais de fósforos, de nitrogênio, de cálcio e de ferro.
Encontramos grandes quantidades de sais minerais nos legumes, nas verduras, nos grãos e nas frutas.
Os vegetais na medicina popular
Você já tomou algum chá? Alguns mal-estares podem ser aliviados com um bom chá. Por exemplo:
Mal-estar da digestão e do fígado: chá de boldo ou chá de capim-santo;
Cólicas com gases: chá de erva-doce;
Tosse e secreção nos brônquios: chá de agrião;
Dores dos rins: chá de quebra-pedra.
Há também plantas que são utilizadas na medicina popular de modo diferente. Por exemplo:
Folhas de mal-me-quer trituradas e misturadas com álcool são usadas sobre uma região do corpo que se machucou ou levou uma pancada.
Mastruço com leite é muito usado como fortificante.
Vegetais perigosos
Existem vegetais que podem causar algum mal quando manipulados ou introduzidos no organismo de maneira inadequada. Nesse caso, podem ser tóxicos ao organismo. De modo geral, eles provocam tonturas, vômitos, intoxicações ou alucinações. Alguns deles são:
Urtiga
A urtiga fabrica uma substância tóxica que provoca urticárias, coceiras e sensações de queimadura. As folhas desta planta têm pêlos urticantes, que, ao penetrar em nossa pele, se quebram e injetam um líquido que produz essa sensação.
Cicuta
O veneno da cicuta tem uma ação paralisadora geral, que começa pelos membros inferiores. Quando a paralisia atinge o sistema respiratório, a pessoa morre por asfixia.
Comigo-ninguém-pode
É uma planta muito comum nos jardins e é usada também para ornamentação de interiores. Suas folhas são verdes com manchas brancas e, se mastigadas, provocam irritações na boca e no estômago, deixando os lábios e a língua inchados e doloridos.
Espirradeira
A espirradeira também é muito comum nos jardins e produz flores vermelhas, brancas e rosas. Tanto as flores quanto os demais órgãos dessa planta são tóxicos. Por isso devemos ter muito cuidado para não a colocarmos na boca.
Mamona
Se ingeridos, os frutos desta planta podem provocar diarréia grave e conseqüente desidratação do organismo. É das suas sementes que se extrai o óleo de rícino, usado como medicação laxativa e também como óleo lubrificante.
FONTES: Base de dados do Portal Brasil e "Os seres vivos".
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

EVOLUÇÃO HUMANA

O SER HUMANO EVOLUIU ATRAVÉS DOS PRIMATAS

A pré-história dos nossos ancestrais encontra-se ainda muito obscura, por falta de documentos e vestígios, mas as pesquisas e estudos continuam, trazendo sempre novas descobertas e luzes sobre o nosso passado. Já encontrados e estudados vários fósseis que permitiram reconhecer vários estágios pelos quais passou o ser humano em sua trajetória.

Geralmente, aceita-se que foi na África que tiveram origem os primeiros hominídeos, os primeiros seres com sinais de inteligência.


Australopithecus africanus[editar] Australopithecus
Em 1924, Raymond Dart descobriu, na África do Sul, um fóssil primata que ficou conhecido como Australopithecus (que significa "macaco do sul"). As análises provaram que não se tratava de ossada de macaco, mas sim de um hominídeo. Maiores estudos levaram à conclusão de que se tratava de um ancestral humano com estas características: bípede de postura semi-ereta, altura entre 1m e 1,5m, mãos livres que lhes permitia usar objetos (pedras, madeira) para melhor defender-se e sobreviver. A posição semi-ereta e a liberdade das mãos, mais o uso de sua iniciante capacidade intelectual, davam ao Australopithecus vantagens sobre os animais mais fortes e sobre o meio-ambiente.

[editar] Pithecanthropus erectus
O Australopithecus ocupou as terras de parte da África e ganhou as regiões temperadas da Ásia e Europa, evoluindo para Pithecanthropus erectus na ilha de Java.[carece de fontes?] Em 1891, foi encontrado um fóssil desse Homo erectus na ilha de Java. Depois encontraram-se outros fósseis desse mesmo estágio de evolução na Alemanha e na China (em Pequim).

Pelos estudos se chegou à conclusão de que tinham as seguintes características: eram bípedes, de posição ereta, dentição já próxima do homem atual, crânio mais desenvolvido, mandíbula maior que a do Australopithecus, eram robustos e mediam de 1,40 m a 1,70 m. Viviam em cavernas, já faziam utensílios e armas de madeira e de pedra com duas faces cortantes.

[editar] Homem de Neandertal
Em 1856, foi encontrado no vale de Neander (Alemanha), um fóssil com característas mais evoluídas que o Pithecanthropus erectus. Recebeu o nome de Homem de Neandertal (que signfica "novo homem do vale"). Com as mesmas características foram encontrados fósseis na Bélgica, no norte da África e Ásia Menor. Suas características principais eram: bípede ereto, altura de 1,60 m, cérebro parecido com o do homem moderno, robusto, pernas curtas e o queixo quase igual ao do homem atual.

Os homens de Neandertal moravam em cavernas, já construíram muros de pedra como defesa e quebra-vento, usavam armas e utensílios mais trabalhados, furavam lascas de pedra para fazer machados e enterravam seus mortos, demonstrando já um começo de sentimento religioso. Já tinham conhecimento do uso do fogo. Viviam em regiões de climas bem diferentes e sofreram o efeito das primeiras glaciações da Terra e bruscas mudanças de temperatura.


Homem de Cro-Magnon.[editar] Homem de Cro-Magnon
Em 1868, foram descobertos esqueletos na França, em Cro-Magnon (que signfica "grande buraco"). Foram encontrados também fósseis do mesmo estágio de civilização numa gruta em Grimaldi (Itália), na República Tcheca e em muitos outros lugares. Trata-se do nosso ancestral mais direto que apareceu por volta de 40.000 anos atrás. Suas características principais eram: robusto, estatura elevada (1,80 m) e traços físicos do homem atual. Pelos utensílios e sinais da civilização que deixou já demonstrava uma inteligência mais evoluída. Por isso foi também chamado de Homo sapiens ("homem sábio"). Fabricou mais de uma centena de objetos diferentes com as mais variadas utilidades, inclusive ornamentais.

Polia pedra, esculpia madeira e osso; suas armas traziam esculturas de animais; fazia arpões, anzóis, lanças e agulhas de osso para costurar suas roupas de pele. Tinha sepulturas coletivas. Foi grande pescador e caçador.

Daí por diante, os seres humanos foram se aperfeiçoando, melhorando suas técnicas de domínio sobre a natureza, desenvolvendo sua cultura e se organizando em sociedades que foram as civilizações antigas.

[editar] Cronologia
300.000 – primeira (questionada) evidência de uma cerimônia de enterro de mortos. Num sítio arqueológico como o de Atapuerca na Espanha, formam encontrados ossos de 32 indivíduos no buraco de uma caverna.[1]
130.000 – Evidência de uma cerimônia de enterro. Neanderthals enterravam os mortos em sítios como os de Krapina na Croácia.[1]
100.000 – O mais antigo ritual de enterro de seres humanos modernos é considerado como originário de Qafzeh em Israel. Há duas cerimônias do que se supõe serem uma mãe e uma criança. Os ossos foram manchados com ocre vermelho.[2][3]
100.000 a 50.000 – Aumento do uso do ocre vermelho em vários sítios arqueológicos da Idade da Pedra. O ocre vermelho é considerado de grande importância nos rituais.
70.000 – traços de culto a cobras descobertos em Ngamiland, região da Botswana.[4]
50.000 – Humanos evoluem em gestos associados com o comportamento do homem moderno. Muito desta evidência tem origem na Idade da Pedra Tardia em sítios africanos. Este comportamento denominado de moderno abrange habilidades com a língua, o pensamento abstrato, simbolismo e religião.[3]
42.000 – cerimônia de rituais de humanos no Lago Mungo (Austrália). O corpo aparece respingado por grande quantidade de ocre vermelho. Isso é considerado como uma evidência de que o povo australiano importou os rituais que eram praticados na África.
40.000 – início do Paleolítico Superior na Europa. Há uma abundância de fósseis incluindo cerimônias elaboradas de enterro de mortos; registro arqueológicos das chamadas vênus paleolíticas e arte rupestre. As estatuetas de Vênus são consideradas deusas da fertilidade. As pinturas de caverna em Chauvet e Lascaux são consideradas representativas da manifestação de um pensamento religioso.
30.000 – O mais recente registro da cerimônia de enterro de um shaman (pajé ou sacerdote).[5]
11.000 – início da Revolução Neolítica.
[editar] Períodos pré-históricos
Dentro da divisão da história elaborada pelos europeus, a origem da humanidade e as primeiras formas de organização dos grupos humanos constituem, o período mais longo de nosso passado. Convenciona-se dividir esse período em três grandes momentos: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais.

[editar] Eolítico
Ver artigo principal: Eolítico
Dentro deste período, há um milhão de anos, teria surgido o Homo erectus. De um modo geral esta designação está em desuso considerando-se o Paleolítico, o primeiro período pré-histórico.

[editar] Paleolítico
Ver artigo principal: Paleolítico
Dentro deste período, vulgarmente conhecido como Idade da Pedra Lascada, existem três divisões possíveis, sendo que, mesmo dentro de uma das divisões adaptadas, existe uma certa tolerância quanto aos limites temporais:

Paleolítico Inferior (de 2 500 000 - 2 000 000 até 300 - 100 000 anos atrás) [1]
Paleolítico Médio (300 - 200 000 até 40 - 30 000 anos atrás) [2]
Paleolítico Superior (40 - 30 000 até 10 - 8 000 anos atrás) [3]
ou ainda uma outra divisão em dois sub-períodos que tem por base o aparecimento do Homo sapiens

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ESCOLA AGRÍCOLA PRODUZ PEIXE DE 13 KG


Os alunos da Escola Técnica de Agricultura de Viamão - ETA - realizaram a prática da despesca no açúde da escola. Acompanhados pelo professor, Igor Vargas, da cadeira de piscicultura, os estudantes do Curso de Pecuária retiraram grande parte da água da reservatório natural, através da abertura do monge que fica localizado em uma das margens do açúde. Segundo, o professor a retirada do peixe da água, através de redes, tem que ter muito cuidado, porque os animais se debatem muito e machuca no momento que bate na gente. "Dependendo do jeito, até corta”, conta a aluna Fernanda Braga.
Do açúde os peixes foram levados para um pequeno tanque. No local, eles ficam por 12 horas, sem receber nenhum tipo de alimentação. "Depois disso, o peixe fica mais saboroso e sem aquele gosto de terra comum, explica Igor Vargas.
“O gosto de barro se dá quando as carpas não sofrem o processo de depuração pois no açúde tem muita matéria orgânica, suspensão, argila e o hábito alimentar deles não foi alterado. Para a ração, no caso, ou água limpa. Se está só com matéria orgânica e algas, estas algas vão dar à carne o gosto de barro”, explica o aluno ....
Uma das carpas fêmea apresentou uma pesagem de 15 kg.
Após a depuração e a limpeza os peixes foram encaminhados para armazenagem em câmara fria, na cozinha, e servirá para a alimentação dos alunos.
O diretor da Escola, Evandro Minho, disse que a criação de peixe é uma das alternativas de subsistência para o pequeno e médio produtor rural. O professor da Disciplina de Administração e Economia Rural da ETA, Vilson Arruda, salientou que os custos de produção são muito baixo e a rentabilidade é alta, pois o produtor não precisa todo dia realizar manejo.
Daqui há alguns dias os alunos irão realizar o peixamento, mas para isto eles irão coletar amostras de solo e água para fazer a correção e adubação do açúde, calculando a lotação ideal de peixes, como também outros aspectos de manejo.

domingo, 15 de novembro de 2009

CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS - Vídeo

Este vídeo está postado no Yotub.

Classificação dos Seres Vivos, em vídeo.

ARTRÓPODOS

SERES VIVOS - ARTRÓPODOS

A característica principal dos Artrópodes é a presença do exoesqueleto quitinoso,que dá a ele proteção.Esta também é uma característica evolutiva,pois os anelídeos não apresentam nenhuma estrutura osséa.Apesar da proteção, o exoesqueleto dificulta o crescimento dos Artropódes,pois para seu crescimento deve-se haver substituição da casca(processo de formação da casca é denominado de muda),sendo assim o seu gráfico de crescimento é em forma de escada।Uma outra característica importante é a presença de patas articuladas। Os Artropódes são divididos nas seguintes classes: ।Insecta=Sua importância no planeta é a produção de sedas, as joaninhas comem os pulgões que infestam as lavouras e tem as abelhas que fornecem alimento,o mel।Tem uma estrutura de corpo dividida em cabeça,torax e abdômem.Seu sistema excretor é denominado 'tubos de malpighi'.Seu sistema circulátório é aberto,ou seja não tem vasos sanguinios.Sua respiração é traqueal.E apresenta fecundação externa,além de serem dioícos(sexos separados,inseto macho e inseto femêa).Ex:borboleta. .Crustáceos=São caracterizados pela formação de patas modificadas em formas de pinças,sendo somente as duas primeiras.O seu corpo é dividido em cefalotórax(cabeça unida ao torax) e abdômem.Sua respiração é branquial.São dioícos.Fecundação externa.Ex:Camarão. Chilopoda=Corpo é dividido em cabeça e tórax।Um par de antenas।Possuem um par de patas por segmento।Ex:Lacraias ।Diplopoda=Apresentam 2 pares de patas por segmento.Ex:piolho-de-cobra. .Aracnidea=Corpo dividido em cefalotórax e abdômem.Respiração traqueal.Sistema excretor é composto pelas glândulas coxais.Sistema nervoso ganglionar ventral(como nos insetos e crustáceos).Fecundação interna.Alguns peçonhetos.Ex:aranha.

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