segunda-feira, 30 de novembro de 2009

EVOLUÇÃO HUMANA

O SER HUMANO EVOLUIU ATRAVÉS DOS PRIMATAS

A pré-história dos nossos ancestrais encontra-se ainda muito obscura, por falta de documentos e vestígios, mas as pesquisas e estudos continuam, trazendo sempre novas descobertas e luzes sobre o nosso passado. Já encontrados e estudados vários fósseis que permitiram reconhecer vários estágios pelos quais passou o ser humano em sua trajetória.

Geralmente, aceita-se que foi na África que tiveram origem os primeiros hominídeos, os primeiros seres com sinais de inteligência.


Australopithecus africanus[editar] Australopithecus
Em 1924, Raymond Dart descobriu, na África do Sul, um fóssil primata que ficou conhecido como Australopithecus (que significa "macaco do sul"). As análises provaram que não se tratava de ossada de macaco, mas sim de um hominídeo. Maiores estudos levaram à conclusão de que se tratava de um ancestral humano com estas características: bípede de postura semi-ereta, altura entre 1m e 1,5m, mãos livres que lhes permitia usar objetos (pedras, madeira) para melhor defender-se e sobreviver. A posição semi-ereta e a liberdade das mãos, mais o uso de sua iniciante capacidade intelectual, davam ao Australopithecus vantagens sobre os animais mais fortes e sobre o meio-ambiente.

[editar] Pithecanthropus erectus
O Australopithecus ocupou as terras de parte da África e ganhou as regiões temperadas da Ásia e Europa, evoluindo para Pithecanthropus erectus na ilha de Java.[carece de fontes?] Em 1891, foi encontrado um fóssil desse Homo erectus na ilha de Java. Depois encontraram-se outros fósseis desse mesmo estágio de evolução na Alemanha e na China (em Pequim).

Pelos estudos se chegou à conclusão de que tinham as seguintes características: eram bípedes, de posição ereta, dentição já próxima do homem atual, crânio mais desenvolvido, mandíbula maior que a do Australopithecus, eram robustos e mediam de 1,40 m a 1,70 m. Viviam em cavernas, já faziam utensílios e armas de madeira e de pedra com duas faces cortantes.

[editar] Homem de Neandertal
Em 1856, foi encontrado no vale de Neander (Alemanha), um fóssil com característas mais evoluídas que o Pithecanthropus erectus. Recebeu o nome de Homem de Neandertal (que signfica "novo homem do vale"). Com as mesmas características foram encontrados fósseis na Bélgica, no norte da África e Ásia Menor. Suas características principais eram: bípede ereto, altura de 1,60 m, cérebro parecido com o do homem moderno, robusto, pernas curtas e o queixo quase igual ao do homem atual.

Os homens de Neandertal moravam em cavernas, já construíram muros de pedra como defesa e quebra-vento, usavam armas e utensílios mais trabalhados, furavam lascas de pedra para fazer machados e enterravam seus mortos, demonstrando já um começo de sentimento religioso. Já tinham conhecimento do uso do fogo. Viviam em regiões de climas bem diferentes e sofreram o efeito das primeiras glaciações da Terra e bruscas mudanças de temperatura.


Homem de Cro-Magnon.[editar] Homem de Cro-Magnon
Em 1868, foram descobertos esqueletos na França, em Cro-Magnon (que signfica "grande buraco"). Foram encontrados também fósseis do mesmo estágio de civilização numa gruta em Grimaldi (Itália), na República Tcheca e em muitos outros lugares. Trata-se do nosso ancestral mais direto que apareceu por volta de 40.000 anos atrás. Suas características principais eram: robusto, estatura elevada (1,80 m) e traços físicos do homem atual. Pelos utensílios e sinais da civilização que deixou já demonstrava uma inteligência mais evoluída. Por isso foi também chamado de Homo sapiens ("homem sábio"). Fabricou mais de uma centena de objetos diferentes com as mais variadas utilidades, inclusive ornamentais.

Polia pedra, esculpia madeira e osso; suas armas traziam esculturas de animais; fazia arpões, anzóis, lanças e agulhas de osso para costurar suas roupas de pele. Tinha sepulturas coletivas. Foi grande pescador e caçador.

Daí por diante, os seres humanos foram se aperfeiçoando, melhorando suas técnicas de domínio sobre a natureza, desenvolvendo sua cultura e se organizando em sociedades que foram as civilizações antigas.

[editar] Cronologia
300.000 – primeira (questionada) evidência de uma cerimônia de enterro de mortos. Num sítio arqueológico como o de Atapuerca na Espanha, formam encontrados ossos de 32 indivíduos no buraco de uma caverna.[1]
130.000 – Evidência de uma cerimônia de enterro. Neanderthals enterravam os mortos em sítios como os de Krapina na Croácia.[1]
100.000 – O mais antigo ritual de enterro de seres humanos modernos é considerado como originário de Qafzeh em Israel. Há duas cerimônias do que se supõe serem uma mãe e uma criança. Os ossos foram manchados com ocre vermelho.[2][3]
100.000 a 50.000 – Aumento do uso do ocre vermelho em vários sítios arqueológicos da Idade da Pedra. O ocre vermelho é considerado de grande importância nos rituais.
70.000 – traços de culto a cobras descobertos em Ngamiland, região da Botswana.[4]
50.000 – Humanos evoluem em gestos associados com o comportamento do homem moderno. Muito desta evidência tem origem na Idade da Pedra Tardia em sítios africanos. Este comportamento denominado de moderno abrange habilidades com a língua, o pensamento abstrato, simbolismo e religião.[3]
42.000 – cerimônia de rituais de humanos no Lago Mungo (Austrália). O corpo aparece respingado por grande quantidade de ocre vermelho. Isso é considerado como uma evidência de que o povo australiano importou os rituais que eram praticados na África.
40.000 – início do Paleolítico Superior na Europa. Há uma abundância de fósseis incluindo cerimônias elaboradas de enterro de mortos; registro arqueológicos das chamadas vênus paleolíticas e arte rupestre. As estatuetas de Vênus são consideradas deusas da fertilidade. As pinturas de caverna em Chauvet e Lascaux são consideradas representativas da manifestação de um pensamento religioso.
30.000 – O mais recente registro da cerimônia de enterro de um shaman (pajé ou sacerdote).[5]
11.000 – início da Revolução Neolítica.
[editar] Períodos pré-históricos
Dentro da divisão da história elaborada pelos europeus, a origem da humanidade e as primeiras formas de organização dos grupos humanos constituem, o período mais longo de nosso passado. Convenciona-se dividir esse período em três grandes momentos: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais.

[editar] Eolítico
Ver artigo principal: Eolítico
Dentro deste período, há um milhão de anos, teria surgido o Homo erectus. De um modo geral esta designação está em desuso considerando-se o Paleolítico, o primeiro período pré-histórico.

[editar] Paleolítico
Ver artigo principal: Paleolítico
Dentro deste período, vulgarmente conhecido como Idade da Pedra Lascada, existem três divisões possíveis, sendo que, mesmo dentro de uma das divisões adaptadas, existe uma certa tolerância quanto aos limites temporais:

Paleolítico Inferior (de 2 500 000 - 2 000 000 até 300 - 100 000 anos atrás) [1]
Paleolítico Médio (300 - 200 000 até 40 - 30 000 anos atrás) [2]
Paleolítico Superior (40 - 30 000 até 10 - 8 000 anos atrás) [3]
ou ainda uma outra divisão em dois sub-períodos que tem por base o aparecimento do Homo sapiens

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ESCOLA AGRÍCOLA PRODUZ PEIXE DE 13 KG


Os alunos da Escola Técnica de Agricultura de Viamão - ETA - realizaram a prática da despesca no açúde da escola. Acompanhados pelo professor, Igor Vargas, da cadeira de piscicultura, os estudantes do Curso de Pecuária retiraram grande parte da água da reservatório natural, através da abertura do monge que fica localizado em uma das margens do açúde. Segundo, o professor a retirada do peixe da água, através de redes, tem que ter muito cuidado, porque os animais se debatem muito e machuca no momento que bate na gente. "Dependendo do jeito, até corta”, conta a aluna Fernanda Braga.
Do açúde os peixes foram levados para um pequeno tanque. No local, eles ficam por 12 horas, sem receber nenhum tipo de alimentação. "Depois disso, o peixe fica mais saboroso e sem aquele gosto de terra comum, explica Igor Vargas.
“O gosto de barro se dá quando as carpas não sofrem o processo de depuração pois no açúde tem muita matéria orgânica, suspensão, argila e o hábito alimentar deles não foi alterado. Para a ração, no caso, ou água limpa. Se está só com matéria orgânica e algas, estas algas vão dar à carne o gosto de barro”, explica o aluno ....
Uma das carpas fêmea apresentou uma pesagem de 15 kg.
Após a depuração e a limpeza os peixes foram encaminhados para armazenagem em câmara fria, na cozinha, e servirá para a alimentação dos alunos.
O diretor da Escola, Evandro Minho, disse que a criação de peixe é uma das alternativas de subsistência para o pequeno e médio produtor rural. O professor da Disciplina de Administração e Economia Rural da ETA, Vilson Arruda, salientou que os custos de produção são muito baixo e a rentabilidade é alta, pois o produtor não precisa todo dia realizar manejo.
Daqui há alguns dias os alunos irão realizar o peixamento, mas para isto eles irão coletar amostras de solo e água para fazer a correção e adubação do açúde, calculando a lotação ideal de peixes, como também outros aspectos de manejo.

domingo, 15 de novembro de 2009

CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS - Vídeo

Este vídeo está postado no Yotub.

Classificação dos Seres Vivos, em vídeo.

ARTRÓPODOS

SERES VIVOS - ARTRÓPODOS

A característica principal dos Artrópodes é a presença do exoesqueleto quitinoso,que dá a ele proteção.Esta também é uma característica evolutiva,pois os anelídeos não apresentam nenhuma estrutura osséa.Apesar da proteção, o exoesqueleto dificulta o crescimento dos Artropódes,pois para seu crescimento deve-se haver substituição da casca(processo de formação da casca é denominado de muda),sendo assim o seu gráfico de crescimento é em forma de escada।Uma outra característica importante é a presença de patas articuladas। Os Artropódes são divididos nas seguintes classes: ।Insecta=Sua importância no planeta é a produção de sedas, as joaninhas comem os pulgões que infestam as lavouras e tem as abelhas que fornecem alimento,o mel।Tem uma estrutura de corpo dividida em cabeça,torax e abdômem.Seu sistema excretor é denominado 'tubos de malpighi'.Seu sistema circulátório é aberto,ou seja não tem vasos sanguinios.Sua respiração é traqueal.E apresenta fecundação externa,além de serem dioícos(sexos separados,inseto macho e inseto femêa).Ex:borboleta. .Crustáceos=São caracterizados pela formação de patas modificadas em formas de pinças,sendo somente as duas primeiras.O seu corpo é dividido em cefalotórax(cabeça unida ao torax) e abdômem.Sua respiração é branquial.São dioícos.Fecundação externa.Ex:Camarão. Chilopoda=Corpo é dividido em cabeça e tórax।Um par de antenas।Possuem um par de patas por segmento।Ex:Lacraias ।Diplopoda=Apresentam 2 pares de patas por segmento.Ex:piolho-de-cobra. .Aracnidea=Corpo dividido em cefalotórax e abdômem.Respiração traqueal.Sistema excretor é composto pelas glândulas coxais.Sistema nervoso ganglionar ventral(como nos insetos e crustáceos).Fecundação interna.Alguns peçonhetos.Ex:aranha.

VEJA MAIS:
REINO ANIMAL

sábado, 14 de novembro de 2009

SERES VIVOS - INSETOS

Informações e características dos insetos


Os insetos sugiram há milhões de anos. Pode-se dizer que os primeiros surgiram há cerca de 500 milhões de anos. Atualmente, existem milhares de espécies e, entre elas, estão: borboletas, moscas, traças, abelhas, vespas, besouros, formigas e outras espécies.



Independente de sua classificação, todos eles dividem-se em três partes: cabeça, tórax e abdome. Eles possuem também seis pernas anexas ao tórax e, nesta região, pode haver também duas asas ou até mesmo quatro delas.
Muitos deles tem dois olhos, formado por vários outros, ou olhos simples, ou seja, tem a formação de vários olhos em um só. Sua respiração se dá através de pequenos orifícios em sua pele. Muitas espécies deste tipo de vida apresentam antenas que lhes proporcionam um olfato extremamente apurado, o que lhes permite chegar de forma mais precisa às suas presas.
Com relação ao seu desenvolvimento, a maioria dos insetos passa por diversos estágios antes de chegar ao seu amadurecimento. As borboletas, por exemplo, passam por quatro fases: ovos, larvas, crisálidas e, por último, tornam-se adultas da forma como as conhecemos, com suas asas grandes e coloridas.
Há ainda, aqueles insetos que vivem em comunidade, as formigas e as abelhas fazem parte desta categoria. Estas espécies são extremamente organizadas e dividas hierarquicamente. No caso das abelhas, há a abelha rainha e as operárias.
Outros tipos conhecidos de insetos são os insetos-folhas, estes fazem parte da família das baratas e são encontrados nas regiões tropicais de nosso planeta. Este tipo de inseto costuma ficar imóvel durante o dia, saindo somente à noite para procurar alimentos. Entre eles, somente os machos é que têm a capacidade de voar.
Desta mesma família, fazem parte os insetos-gravetos, estes se parecem com pequenos galhos e como camuflagem, chamada também de mimetismo, possuem em seus corpos regiões esverdeadas que lembram musgos. Isto os torna capaz de se misturarem com a paisagem da região em que vivem, e, desta forma, eles conseguem enganar suas presas e predadores.
Muitos destes insetos tem se tornado uma praga para a população das grandes cidades। É o caso dos cupins e das formigas que avançam dentro das residências deixando um rastro de destruição। Com as construções de cimento e concreto cada vez mais presentes, estes insetos tiveram suas principais fontes de alimentação esgotadas e a única forma de sobreviverem foi a disputa de espaços com os seres humanos. O homem invadiu o habitat dos insetos e agora eles estão fazendo o mesmo.

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ORDENS

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ALGAS CULTIVANDO O FUTURO


Projeto Algas Cultivando o Futuro

Esta Ptojeto avança nas pesquisas sobre esporulação.
O Projeto Algas conseguiu bons resultados na primeira fase do estudo sobre esporulação com a espécie Gracilaria birdiae. Os desdobramentos das pesquisas estão sendo observados, em Flecheiras – CE.

O Projeto Algas avançou nos estudos sobre a esporulação das algas Gracilaria birdiae implantando, no dia 18 de novembro, a primeira estrutura experimental no mar, em Flecheiras - Trairi. O objetivo da pesquisa é desenvolver a técnica de reprodução da espécie através de esporos, ou seja, de forma assexuada. Segundo os pesquisadores, com a utilização desta tecnologia, será mais fácil garantir a preservação dos bancos naturais de algas, pois haverá uma grande redução no volume extraído diretamente deles.
A possibilidade de ampliação do controle de linhagens das algas é outro ponto de destaque. A cultura de tecidos é realizada em laboratório - o que permite selecionar melhor as linhagens utilizadas -, e após o processo de esporulação nos tanques as estruturas são transferidas para o mar. Os pesquisadores aguardam os resultados da experiência realizada em Flecheiras. Segundo Dárlio Inácio – assessor do Terramar e Doutor em Bioquímica –, a técnica já é utilizada com sucesso em outros países, como exemplo do Chile, que produz quase todo seu volume de algas (Gracilaria chilensis) através de tecnologia similar. É importante ressaltar que o sucesso da técnica trará grandes benefícios às comunidades, pois o procedimento melhora as condições de produção reduzindo o esforço e o tempo de trabalho no plantio e na manutenção. A comunidade também terá condições de produzir uma alga de melhor qualidade e será beneficiada com a proteção dos bancos de algas, que são locais de reprodução de espécies marinhas importantes.O projeto é desenvolvido pelo Instituto Terramar em parceria como laboratório de Biologia da UNIFOR e o Laboratório de Recursos Aquáticos da UFC. O Instituto de Energias Renováveis – IDER é apoiador do projeto e colabora com o desenvolvimento de fontes alternativas de energia. Os processos de secagem das algas e bombeamento de água para lavá-las utilizam energia solar. O Projeto é financiado pelo CNPQ e Amigos da Prainha do Canto Verde.

SAIBA MAIS SOBRE O ASSUNTO: clic em cima do título abaixo
PROJETO ALGAS CULTIVANDO O FUTURO

sábado, 7 de novembro de 2009

BIOLOGIA MARINHA


Tudo sobre Biologia Marinha, oceanografia, tartarugas marinhas, baleias, tubarões e outros seres que habitam os oceanos. Conheça os diferentes aquários espalhados pelo mundo.



O Departamento de Biologia Marinha vem, desde 1970, ministrando 19 disciplinas no curso de ciências biológicas cobrindo todas as áreas das Ciências do Mar, com ênfase na Biologia Marinha, sendo responsável pelo Bacharelado em Biologia Marinha. O Departamento tem 9 docentes, sendo 8 com Doutorado e 1 com Mestrado, que participam no curso de graduação e nas Pós-graduações da Ecologia da UFRJ, Zoologia do Museu Nacional da UFRJ e Biologia Marinha da UFF e USP. Também possui 6 técnicos administrativos.O objetivo deste curso profissionalizante é formar alunos de Biologia nas ciências marinhas, na perspectiva de ingresso na pós-graduação e no mercado de trabalho de um país que possui mais de 8 mil km de costa.

O Ensino

Para ser eficiente e atrativo, o ensino da Biologia Marinha inclui um número elevado de aulas práticas, que são ministradas no campo (mar, praia, costão) e no laboratório. No campo, o aluno se familiariza com as múltiplas facetas do ambiente marinho, aprendendo as técnicas de coletas e medidas.
Com essa formação teórica e prática, o estudante tem acesso ao mercado de trabalho nas áreas onde há demanda, tais como: - na formação de docentes de ensino fundamental e médio com fortes bases em ciências do mar; - na diagnose das condições ambientais marinhas, com vistas à elaboração de Estudos Ambientais e Relatórios de meio ambiente, - na formação de técnicos de nível superior para atuar em instituições de pesquisa/ensino com atividades ligadas ao mar, em atendimento aos grandes programas internacionais (GLOBAL BALLAST WATER MANAGEMENT PROGRAMME), nacionais (REVIZEE, GERCO,...) ou regionais (Programa de despoluição da Baia de Guanabara); e - na formação de técnicos de nível superior para atuar em instituições de fiscalização e controle ambientais com ênfase em Ecossistemas Marinhos.

Graduação

A formação prática dos alunos em ciências do mar é baseada na obrigatoriedade de apresentar, no final do curso, uma monografia de bacharelado que os coloca em contato direto com os pesquisadores e com os seus 7 laboratórios: Fitoplâncton, Zooplâncton, Benthos, Hidrobiologia, Microbiologia Ambiental, Recursos Pesqueiros e Biologia e Tecnologia Pesqueira. Além disso, os alunos podem ser aceitos como estagiários nos laboratórios com ou sem bolsa de iniciação científica.
O Departamento também oferece estágios a alunos de outras Instituições de Ensino Superior e Instituições de Pesquisa.

Pesquisa

As atividades de pesquisa desenvolvidas no departamento abrangem as diversas áreas de conhecimento das ciências do mar. Elas objetivam a observação e análise dos ecossistemas marinhos, suas características físicas, químicas e biológicas , a detecção dos efeitos de impactos naturais e antrópicos sobre organismos, possibilitando assim os meios de verificar e analisar anormalidades ambientais. Uma das características essenciais das linhas de pesquisa do departamento é que elas são realizadas de maneira integrada em função dos objetivos definidos em projetos de abrangência internacional,(GLOBALLAST, iniciativa da Organização Marítima Internacional), inter-institucional (PRONEX, Programa de Apoio a Núcleos de Excelência - MEC), e até nacional (REVIZEE, Programa de levantamento dos recursos vivos da zona econômica exclusiva - MMA/CIRM).
Os recursos necessários ao desenvolvimento das pesquisas do departamento são exclusivamente oriundos do financiamento de projetos por parte do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Ciência e Tecnologia, Conselho Nacional de Pesquisa, Fundação Auxílio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Universitária José Bonifácio, PETROBRAS, FURNAS.

De maneira geral, os docentes do departamento participam de atividades de extensão, tais como assessoria e consultoria, treinamento de alunos do segundo grau, palestras em instituições de ensino, de 1º e 2º grau e outras de Ensino Superior. Os laboratórios de Hidrobiologia e Microbiologia realizam análises da qualidade de água de abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, em atendimento às solicitações da sociedade.

ATT.ARRUDA E ÍSIS

http://www.biologia.ufrj.br/biomarinha.htm

BIOLOGIA.NET

ESTE SITE TEM MUITAS INFORMAÇÕES SOBRE A NOSSA BIOLOGIA.