sábado, 12 de dezembro de 2009

OS SERES VIVOS Características dos seres vivos!

OS SERES VIVOS
Características dos seres vivos

Além da característica de que os seres vivos são formados de células, existem outros aspectos que devem ser considerados, uma vez que se verificam somente entre eles. Os seres vivos, por exemplo, necessitam de alimento, passam por um ciclo de vida e são capazes de se reproduzir.

Os seres vivos necessitam de alimento.

Uma pedra não precisa de nutrientes para se manter, ao contrário do que ocorre entre os seres vivos. É por meio dos alimentos que os seres vivos adquirem a matéria-prima para o crescimento, a renovação de células e a reprodução. São os alimentos também que fornecem a energia necessária para s realização de todas as atividades executadas pelo organismo.

As plantas produzem seu próprio alimento.

Existem seres que são capazes de produzir seus próprios alimentos. Por isso são chamados de seres autotróficos. É o caso das plantas.

Toda planta faz fotossíntese, um processo de produção de alimentos que ocorre na natureza em presença da energia solar. Para realizar a fotossíntese é necessário que a planta tenha clorofila, um pigmento verde que absorve a energia solar; a planta necessita também de água e de sais minerais, que normalmente as raízes retiram do solo, e ainda de gás carbônico
(CO2) do ar atmosférico, que penetra na planta através das folhas.

A glicose é um dos produtos da fotossíntese. Outro produto é o gás oxigênio, que a planta libera para o ambiente. Com a glicose a planta fabrica outras substâncias, como o amido e a sacarose. O amido é encontrado, por exemplo, na “massinha branca” da batata e do feijão. A sacarose é o açúcar que costumamos usar para adoçar, por exemplo, o café e os sucos; ela é encontrada naturalmente da cana-de-açúcar.

A planta, dessa forma, se alimenta dos nutrientes que ela própria fabrica, a partir de energia luminosa, da água e do gás carbônico, obtido do ambiente em que vive.

Os sais minerais são indispensáveis para a ocorrência de inúmeros fenômenos que acontecem nos seres vivos. Os sais de magnésio, por exemplo, são necessários para a produção das clorofilas, uma vez que participam da constituição desses pigmentos. E, sem clorofila, a planta fica incapacitada para a realização da fotossíntese.

Os animais não produzem seus alimentos

Os animais, ao contrário das plantas, não produzem os seus alimentos. Por isso são chamados de seres heterotróficos.

Alguns só comem plantas (folhas, sementes, etc); são chamados os animais herbívoros. Outros só comem carne; são os carnívoros. Outros ainda nutrem-se de plantas e de outros animais; são os onívoros.

Os seres vivos nascem... e morrem

Os seres vivos nascem, desenvolvem-se, reproduzem-se, envelhecem e morrem.

Essas diferentes fases da vida de um ser constituem o seu ciclo de vida. Esse ciclo tem duração variável, de um tipo de ser vivo para outro.Veja alguns exemplos que indicam a duração média aproximada de vida de alguns animais.

Arara: 60 anos

Crocodilo: 80 anos

Cabra: 17 anos

Elefante: 100 anos

Chimpanzé: 20 anos

Leão: 20 anos

Coelho: 7 anos

Porco: 10 anos

Coruja: 27 anos

Rato: 4 anos

O ciclo de vida pode durar minutos ou centenas de anos, conforme o ser vivo considerado. Algumas bactérias podem completar seu ciclo de vida em cerca de 30 minutos. Outros seres, como as sequóias e alguns tipos de pinheiro, podem viver
4 mil anos ou mais.

Os seres vivos produzem seus descendentes

Todos os seres vivos têm capacidade de produzir descendentes, através da reprodução. O mecanismo de reprodução nos seres vivos é muito variado. Basicamente, tanto os seres unicelulares quanto os pluricelulares podem produzir-se de duas maneiras: assexuada e sexuadamente.

Na reprodução assexuada um único indivíduo origina outros, sem que haja troca de material genético através de células especiais para a reprodução.

Existem muitos tipos de reprodução assexuada, entre eles a cissiparidade ou bipartição, que são mais freqüentes entre os organismos unicelulares. Este tipo de reprodução consiste a célula simplesmente se dividir em duas partes, que passarão a representar dois novos seres.

Entre os seres pluricelulares, existem também aqueles que se reproduzem de forma assexuada: reprodução por esporos e reprodução por brotamento.

Reprodução por esporos

Nesse tipo de reprodução assexuada, o indivíduo produz esporos, células que conseguem germinar originando novos indivíduos, sem que haja fecundação.

A reprodução através de esporos pode ocorrer em organismos unicelulares, e em organismos pluricelulares.

Considerando os organismos pluricelulares, tomaremos como exemplo uma alga verde filamentosa do gênero Ulothrix, que vive fixa a um substrato. Essas algas, que vivem em água doce, produzem esporos que são liberados e nadam livremente até se fixarem em um meio adequado; cada esporo, então, pode germinar e formar um novo indivíduo.

Reprodução por brotamento

Este tipo de reprodução assexuada também ocorre em organismos unicelulares e organismos pluricelulares. Tomamos como exemplo a hidra, um animal invertebrado que vive em água doce. Em uma hidra adulta nasce naturalmente um broto, que pode se destacar e dar origem a outra hidra.

A propagação vegetativa

É um tipo de reprodução assexuada muito comum em plantas diversas, como a batata comum, a cana-de-açúcar
e a mandioca. Nesse caso utilizam-se normalmente pedaços de caule, que atuam como “mudas”. Os caules possuem gemas ou brotos, formados por células capazes de originar uma nova planta, em condições adequadas.


Reprodução sexuada

A reprodução sexuada ocorre quando há troca de material genético normalmente entre duas células sexuais chamadas gametas. (Alguns organismos unicelulares, como as bactérias, podem se reproduzir sexuadamente sem que haja formação de gametas. Nesse caso dois indivíduos podem se emparelhar temporariamente e trocar parte de seu material genético).

Na reprodução sexuada com participação de gametas, podemos reconhecer dois tipos de células: um gameta masculino e outro gameta feminino. Nos animais, os gametas masculinos são os espermatozóides, e o óvulo gameta feminino.

Existem dois tipos básicos de fecundação: a fecundação externa e a fecundação interna.

Fecundação externa

A maioria dos ouriços-do-mar vive fixa nas rochas do mar. Em determinadas épocas do ano, os machos lançam seus espermatozóides na água. Ao mesmo tempo, as fêmeas lançam os seus óvulos. O encontro desses gametas ocorre na água e, portanto, fora dos organismos produtores de gametas.

Fecundação interna

Em outros animais, como os pássaros, o macho lança os espermatozóide dentro do corpo da fêmea. O encontro dos gametas ocorre no interior do corpo de um organismo produtor de gametas.

Existem os animais hermafroditas. Eles são, ao mesmo tempo, macho e fêmea. Um mesmo organismo produz tanto espermatozóides quanto óvulos, como acontece na minhoca.

Mas uma minhoca não fecunda ela mesma; aliás, os animais hermafroditas geralmente não se auto fecundam. Para haver reprodução, é necessário que duas minhocas se aproximem e se acasalem. Durante o acasalamento, as duas minhocas trocam espermatozóides e uma fecunda a outra. Os óvulos fecundados são liberados no solo no interior de um casulo; cada óvulo fecundado dará origem a uma nova minhoca.

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SERES VIVOS HUMANOS HUMANIZANDO-SE NA UFRGS


Os seres vivos não nascem com o conhecimento, para isso eles precisam estudar e muito. Eles não nascem humanizados precisam humanizar-se pela educação.

Se o ser humano não vive para aprender a viver em equilíbrio consigo, com os outros seres e com a natureza em geral, para que vive?

Mas o que é isto de “APRENDER A VIVER EM EQUILÍBRIO”?

Para que isto aconteça, nós, equipa COE, consideramos que é fundamental educar para “Humanizar o ser humano”.

Depois de muita pesquisa e resultados da nossa experiência como pais, professores, psicólogos, formadores, consultores, …, concluímos que para “Humanizar o ser humano” é necessário uma profunda transformação do nosso sistema educativo ou da educação em geral.

Consideramos que isto terá de passar, nas relações pessoais e educativas no dia-dia, entre outras coisas, pela aplicação e pelo respeito de vários princípios que guiam e orientam a intervenção da COE:

  1. As qualidades mentais humanas só são potencializadas com uma educação adequada.
  2. As aprendizagem surgem na experiência, da interacção do ser humano com o objecto.
  3. A criança aprende os valores, fundamentalmente, pela observação e imitação e não só pela intelectualização.
  4. É urgente a criança passar menos tempo na escola dedicada à memorização de conhecimentos e factos e passar mais tempo a brincar, fazer desporto, dedicar-se às artes e à vida ao livre.
  5. A estimulação apenas da memória cria seres humanos desequilibrados. É preciso educar o ser humano na sua totalidade.
  6. Educação é educar para a humanização.
  7. Educar é conhecer, respeitar e saber como actuar, ajudando a criança no seu desenvolvimento maturacional psíquico.
  8. Educar não é apenas assimilar conhecimentos, é, fundamentalmente, desenvolver a inteligência, a sabedoria, aprender a pensar.
  9. Educar é aprender a comunicar.
  10. Uma escola é um lugar de tempo disponível, onde o educando e o educador estão ambos a aprender.
  11. Educar é respeitar o outro, é ajudar a viver com alegria, com motivação.
  12. Educar é ajudar a desenvolver e a viver com auto-estima.
  13. A avaliação só faz sentido existir quando ajuda o individuo a conhecer-se melhor, ajudando a crescer, a aprender e a libertar-se de medo. A avaliação comparativa destrói a auto-estima.
  14. Só há educação, crescimento e aprendizagem quando há autoridade (diferente de autoritarismo).
  15. Educação existe quando se estabelecem relações naturais - discípulo e autoridade.
  16. Educar é reconhecer e satisfazer as necessidades de ordem psicológica no indivíduo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

OS VEGETAIS E O HOMEM

Os Vegetais e o Homem

Os vegetais na alimentação
Os vegetais devem ser consumidos na nossa alimentação diária. Com eles podemos ter tudo o que o organismo precisa para se nutrir: proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais.
Fontes e proteínas
As leguminosas são uma das principais fontes de proteínas vegetais. O feijão, a soja. A ervilha e o grão-de-bico são muito ricos em proteínas. As proteínas são indispensáveis ao crescimento e à reparação dos órgãos. Por isso, elas são consideradas alimentos plásticos ou estruturais.
Fontes de carboidratos
Carboidratos são alimentos que fornecem energia para o funcionamento do organismo. Por isso, eles são chamados de alimentos energéticos. O amido, a sacarose, a glicose e a frutose são tipos de carboidratos.
Amido – é encontrado na batatinha, na mandioca, nos grãos de milho, trigo e arroz, entre outras fontes.
Sacarose – extraída da cana-de-açúcar, é o açúcar que usamos para adoçar sucos, café, etc.
Glicose – é um açúcar encontrado em frutos diversos.
Frutose – também é encontrada em frutos diversos.
Fontes de lipídios
Entre os lipídios, destacam-se os óleos e as gorduras, que são também alimentos energéticos. O coco, o dendê, o girassol, a soja e o milho são vegetais muito ricos em lipídios. Com eles fabricam-se os diferentes óleos usados na nossa alimentação.
Fontes de vitaminas
As vitaminas são substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do nosso corpo. As mais comuns são: a vitamina A, as vitaminas do complexo B e as vitaminas C, D, E e K.
Fontes de sais minerais
Os sais minerais também são importantes para o funcionamento do organismo. Eles fortalecem os ossos, colaboram no crescimento e na formação dos glóbulos vermelhos, entre outros benefícios. São exemplos de sais minerais os sais de fósforos, de nitrogênio, de cálcio e de ferro.
Encontramos grandes quantidades de sais minerais nos legumes, nas verduras, nos grãos e nas frutas.
Os vegetais na medicina popular
Você já tomou algum chá? Alguns mal-estares podem ser aliviados com um bom chá. Por exemplo:
Mal-estar da digestão e do fígado: chá de boldo ou chá de capim-santo;
Cólicas com gases: chá de erva-doce;
Tosse e secreção nos brônquios: chá de agrião;
Dores dos rins: chá de quebra-pedra.
Há também plantas que são utilizadas na medicina popular de modo diferente. Por exemplo:
Folhas de mal-me-quer trituradas e misturadas com álcool são usadas sobre uma região do corpo que se machucou ou levou uma pancada.
Mastruço com leite é muito usado como fortificante.
Vegetais perigosos
Existem vegetais que podem causar algum mal quando manipulados ou introduzidos no organismo de maneira inadequada. Nesse caso, podem ser tóxicos ao organismo. De modo geral, eles provocam tonturas, vômitos, intoxicações ou alucinações. Alguns deles são:
Urtiga
A urtiga fabrica uma substância tóxica que provoca urticárias, coceiras e sensações de queimadura. As folhas desta planta têm pêlos urticantes, que, ao penetrar em nossa pele, se quebram e injetam um líquido que produz essa sensação.
Cicuta
O veneno da cicuta tem uma ação paralisadora geral, que começa pelos membros inferiores. Quando a paralisia atinge o sistema respiratório, a pessoa morre por asfixia.
Comigo-ninguém-pode
É uma planta muito comum nos jardins e é usada também para ornamentação de interiores. Suas folhas são verdes com manchas brancas e, se mastigadas, provocam irritações na boca e no estômago, deixando os lábios e a língua inchados e doloridos.
Espirradeira
A espirradeira também é muito comum nos jardins e produz flores vermelhas, brancas e rosas. Tanto as flores quanto os demais órgãos dessa planta são tóxicos. Por isso devemos ter muito cuidado para não a colocarmos na boca.
Mamona
Se ingeridos, os frutos desta planta podem provocar diarréia grave e conseqüente desidratação do organismo. É das suas sementes que se extrai o óleo de rícino, usado como medicação laxativa e também como óleo lubrificante.
FONTES: Base de dados do Portal Brasil e "Os seres vivos".
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